Letra
Eu não sou flor que se deixe para
trás
Quem és tu, outono
Que ousas não regar as minhas
folhas?
Perdoa-me, ó verão de maio
Por não apreciar o equinócio
É que eu não estimo
Aquele que se aproveita de meu
findar
Onde está o perfume de sua seiva?
Tu apenas tinges o chão
Enquanto outros escorregam em ti!”
“Não me culpe pelo seu final
Eu sou o que de ti restou Seu findar
Árvore que enverga o vento não
quebra
Se fracos fossemos nós
Flor tú não serias
Nem eu existiria
É o inverno que me mata, Ao
separar-me de ti
É o inverno que me mata, Ao
separar-me de ti
É o inverno que me mata
Deixo-te minha folha seca
Para que compreendas
Que somente juntos Voltamos fortes